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do CorreioWeb

Frota do DF terá um milhão de veículos em três semanas

Brasília está a três semanas de entrar na lista das cidades brasileiras com mais de um milhão de veículos. Em 23 dias, no máximo, o carro de número 1 milhão ganhará as ruas. Além de Brasília, apenas São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte romperam essa marca. As conseqüências para os motoristas foram desastrosas, em maior ou menor escala, a depender de onde vivem. Além do estresse de ficar horas parado no congestionamento, quem se submete a colocar o carro na rua tem de convier com as restrições. Rodízios, faixas exclusivas para ônibus, cobrança pelo estacionamento em via pública e até proibição de estacionar em determinados locais com grande fluxo de veículos.

A adoção de medidas restritivas para Brasília já ronda as discussões entre especialistas em trânsito. Mas o governo local descarta qualquer iniciativa nesse sentido a curto prazo. “Medidas antipáticas só virão em último caso, se o Brasília Integrada não for suficiente para retirar os carros das ruas”, garantiu Alberto Fraga, secretário de Transportes.

O Brasília Integrada - que coordena ônibus e metrô no DF - é um dos quatro projetos com os quais o governo pretende evitar o caos no trânsito da capital. Só com ele, espera-se retirar das vias, diariamente, 30% da frota circulante. Como o Departamento de Trânsito (Detran) estima em 850 mil o número de veículos nas vias do DF todos os dias, pelo menos 255 mil carros deverão ficar nas garagens. As outras três propostas são o Trânsito Inteligente; a revitalização das faixas e a criação da Companhia Metropolitana de Trânsito (leia quadro ao lado

Fuga

Na capital da República ainda não há congestionamento, dizem os especialistas. Chamam de “lentidão” ou “pontos de retenção” o anda-e-pára e a baixa velocidade impostas aos condutores que trafegam por vias como a Epia (entre a Candangolância e o Plano Piloto); a EPTG (Taguatinga-Plano); a BR-020 (entre Planaltina e o Plano Piloto) e nas áreas centrais de Brasília.

Seja qual for o nome, a demora entre o ponto de partida e o de chegada já faz o brasiliense mudar a rotina para fugir do trânsito. Entre eles está o servidor público Denir Mendes Miranda, 42 anos. A irritação com o trânsito foi tanta que ele cronometrou qual o meio de transporte era mais eficiente para percorrer os 5km que separam o apartamento dele, na 112 Sul, do Banco Central, na altura da quadra dois, onde trabalha.

O teste foi há um ano. De carro, gastou até 40 minutos. De ônibus, 7 minutos se desse a sorte de chegar à parada e embarcar. De bicicleta, o tempo médio é de 25 minutos. Apesar de o intervalo ser maior que o do coletivo, a autonomia e a liberdade falaram mais alto e é sobre duas rodas que Denir vai trabalhar. “Não pego engarrafamento, não tenho de procurar vaga e ainda economizo até R$ 200 por mês”, enumerou o ciclista.

Paralelamente às medidas para melhorar o tráfego da cidade, o Detran fará campanhas incentivando outras pessoas a seguirem o exemplo de Denir ou a usarem o transporte público. “Com o Brasília Integrada teremos transporte limpo, rápido e mais barato. Aí teremos argumentos para incentivar a migração”, comentou Délio Cardoso, diretor-geral do Detran. Pelas contas da Secretaria de Transportes do DF, de cada 10 carros, sete transportam apenas o motorista.

Câmeras

O Detran também pretende colocar 122 câmeras e 22 painéis eletrônicos em pontos estratégicos do DF. As imagens captadas pelos equipamentos serão transmitidas em tempo real para uma central de monitoramento. Os agentes vão localizar os pontos de retenção ou de acidentes no momento em que eles ocorrem. Imediatamente, mandarão mensagem para os painéis orientado os motoristas sobre caminhos alternativos. O projeto está no departamento de compras do governo para ser licitado.

E a fiscalização ficará mais rígida com a Companhia Metropolitana de Trânsito. Pelo menos 800 novos fiscais irão às ruas para orientar, educar e multar os infratores. O primeiro passo para que a proposta saia do papel é a aprovação pela Câmara Legislativa. Atualmente o Detran tem 300 agentes, dos quais 200 trabalham em ações administrativas (vistoria e depósito, por exemplo) e 100 fiscalizam o trânsito de todo o DF.



Blog EntryCaretão e modernão...Sep 5, '07 8:17 AM
by Sergio for everyone

   

Blog EntryProjeto de Lei Importante para os CiclistasFeb 9, '07 1:25 PM
by Sergio for everyone
A deputada Solange Amaral (PFL-RJ) apresentou à Câmara dos Deputados, na quarta-feira, 7, Projeto de Lei destinado a alterar o Código de Trânsito Brasileiro.
 
O objetivo da iniciativa de Solange Amaral é introduzir no Código Brasileiro de Trânsito a figura do crime doloso cometido por motoristas contra ciclistas e pedestres.
 
O texto do PL-74/2007 encontra-se aqui.
 
A tramitação da iniciativa pode ser acompanhada por todos os que tenham interesse no projeto de Solange Amaral em www.camara.gov.br
 
No portal da Câmara, consultar em "Deputados" ou em "Projetos de Lei e outras proposições".
 
Será necessário que nós, ciclistas, nos dediquemos a enviar para os parlamentares (aqui os representantes do DF) mensagens solicitando que apóiem a iniciativa da deputada Solange Amaral.
 
Será, também, necessário encaminhar mensagens ao presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia, para que ele garanta efetividade à tramitação do projeto.
 
Temos consciência de que a tarefa é longa e complexa.
 
Mas cabe a nós, que corremos diariamente riscos ao pedalar pelas ruas e estradas, lutar pela aprovação do projeto da deputada Solange Amaral.
 
Encareço-te que dissemines esta informação e o Projeto de Lei No. 74 de 2007.
 
Grande abraço,
 
Wilson Teixeira Soares
Tel.: (61) 8116 8757  /  (61) 3215 5324

Blog EntryPara quem ainda insiste no carro...Sep 18, '06 3:27 PM
by Sergio for everyone
É com este que eu vou

Para saber qual o transporte mais viável no centro de Brasília, o Correio promoveu um teste com um ciclista, um motorista de carro e um usuário de ônibus

Leandro Bisa, Carolina Caraballo e Adriana Bernardes
Da equipe do Correio




Marcos Vieira chegou primeiro que os outros: 15 minutos do Sudoeste à Esplanada

Iano Andrade/CB

Gustavo Teles gastou 20 minutos de casa ao trabalho. No caminho, congestionamento


Fernando Arruda perdeu 45 minutos do seu dia dentro de um microônibus Zebrinha

Diante das opções de transporte (ou da falta delas), o Correio promoveu um teste para avaliar as dificuldades que o brasiliense tem para transitar nas ruas de Brasília. Bicicleta, carro particular ou o sistema de transporte público: o que seria mais apropriado para percorrer 9 km no centro da capital federal no horário de pico, entre 7h30 e 8h30? O servidor público e atleta amador Marcos Vieira, 42 anos, o engenheiro civil Gustavo Teles da Costa, 25 anos, e o estudante de geografia da Universidade de Brasília (UnB), Fernando Arruda, 22 anos, aceitaram o convite para participar do teste. O ponto de partida foi a SQSW 303, Sudoeste, às 8h da última quinta-feira. A prova terminou na portaria do Ministério dos Transportes, depois que a bicicleta foi guardada e o carro, estacionado. O combinado era encontrarem-se na portaria do prédio. Vamos à prova:


É dada a largada. Em um minuto, o ciclista Marcos sai da quadra e entra na via na Avenida Comercial do Sudoeste. O engenheiro Gustavo dá arrancada em sua picape. Percorre apenas 10 m e pára em uma faixa de pedestre para dar passagem a uma mulher e a uma criança. O universitário Fernando caminha em direção à parada de ônibus. Vai tranqüilo. “Sei que vou chegar em último. Conheço bem o transporte público”, comenta o jovem.

O estudante leva quatro minutos até o ponto de ônibus. A caminhonete de Gustavo está bem à frente. “Por enquanto, o trânsito está fluindo”, avalia o engenheiro. Mal sabe ele que uma fila de carros o aguarda a menos de 1km, por causa de um balão. Havia veículos em todos os sentidos e, mais uma vez, o motorista tem que esperar. O ciclista aproveita para se distanciar ainda mais. O pior trecho do percurso está na saída do Sudoeste. Dezenas de carros esperam o semáforo ficar verde para entrarem no Eixo Monumental. A fila tem mais de 500m. A bicicleta avança sem problemas.

“Estou com sorte”
Passam cinco minutos e Fernando ainda espera no ponto. Passa uma van e depois um ônibus. Porém, nenhum vai para a Esplanada dos Ministérios. Após seis minutos, o estudante entra em um zebrinha. “Até que não demorou muito. Acho que estou com sorte”, acredita o jovem. Apesar de o microônibus estar quase lotado, ele consegue um lugar para se sentar.

A bicicleta, que segue na média de 33km/h, está próxima à Torre de TV. O trânsito está pesado nesse trecho, e é preciso cuidado. Como não há ciclofaixa, ônibus, vans e carros passam a poucos metros do ciclista. Nesse instante, a caminhonete de Gustavo ainda está na Avenida Comercial do Sudoeste. O sinal que controla a entrada de veículos no Eixo Monumento já abriu e fechou duas vezes. Após cinco minutos na retenção, o engenheiro finalmente entra em uma das principais vias da capital federal.

Enquanto isso, o universitário muda de idéia sobre estar com sorte. O zebrinha começa a dar voltas e Fernando fica impaciente. Olha o relógio, coça o queixo e respira fundo. O veículo entra em uma quadra interna do Setor de Indústrias Gráficas (SIG) e uma morena entra no veículo. A expressão do estudante muda imediatamente. É uma amiga. Ambos sorriem e se cumprimentam com três beijinhos. Ele repara no porta-CD’s nas mãos dela e puxa assunto. Passam a conversar sobre música, e a viagem fica mais agradável.

Bem à frente, a caminhonete segue rapidamente até a Rodoviária. Porém, o trânsito intenso faz o motorista perder mais tempo e o deixa irritado. Uma van de transporte alternativo, com o cobrador com metade do corpo para fora da janela, força passagem entre os carros, obrigando-os a frear. “Aqui tem muito ônibus e os motoristas de vans são terríveis”, reclama o engenheiro.

O primeiro e o último
Quinze minutos após a largada, a bicicleta chega ao Ministério dos Transportes. Marcos sequer está suado. Ele procura um bicicletário e lamenta não encontrar. Também não é permitido deixar o veículo na portaria do prédio. O jeito é acorrentá-la a um poste no estacionamento. “É um perigo. Aqui, um ladrão leva ela fácil”, afirma o ciclista.

Pouco depois, o carro chega ao ponto de encontro. Mas o trabalho não acabou, porque não há vagas para estacionar. Gustavo indigna-se com um carro que ocupa duas vagas. “Já é difícil parar por aqui. E ainda tem motorista folgado que não estaciona direito”, lamenta. Vinte e dois minutos após a saída, o motorista, finalmente, estaciona.

O universitário ainda está distante, no Setor Bancário Sul. O zebrinha ainda passa pelo Setor de Autarquias Sul antes de pegar o Eixo Monumental. “Pelo menos o ônibus está limpo e não tem pichação. Os que fazem a linha das cidades satélites são muito mais detonados”, observa. Passageiros ouvem a conversa e citam outras falhas do transporte público: atraso, superlotação e veículo que quebra no meio do caminho. Após 45 minutos, o estudante chega. Desembarca em um ponto em frente ao ministério, dá poucos passos e encontra o ciclista e o motorista. “Esse ônibus demora muito. Dá muita volta”, comenta.

Ao final, os três convidados comentam a corrida. “Não vim rápido, mas tenho habilidade no trânsito. Um iniciante demoraria dez minutos a mais, por causa do medo”, disse o ciclista. “Eu esperava que a bicicleta chegasse primeiro, mas não tanto, porque não havia grande congestionamento”, disse o motorista da picape. “Sempre soube que seria o último”, conformou-se o passageiro do ônibus.


PELOS DIREITOS DE QUEM PEDALA
A delicada situação dos ciclistas nas vias do DF finalmente chamou a atenção da Justiça. O Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) anunciou na sexta-feira que vai trabalhar para garantir a segurança e os direitos de quem pedala nas pistas e criou a Comissão de Segurança dos Ciclistas (Co-ciclistas), integrado por uma procuradora e sete promotores. Só no primeiro semestre de 2006, 29 pessoas perderam a vida depois de serem atropeladas enquanto pedalavam. O cumprimento da Lei Distrital 3.639/2005, que prevê a construção de ciclovias, será exigido pelo MPDF. Segundo o MPDF, o Detran arrecada R$ 70 milhões por ano em multas e o dinheiro tem de ser aplicado em fiscalização, sinalização e educação, como o Código Brasileiro de Trânsito (CBT) determina. A procuradora Ruth Kicis já pediu ao Detran informações sobre como foram gastos os recursos adquiridos com multas em 2005. gastos.


As inviáveis quatro rodas

A frota do Distrito Federal cresce 5,5% ao ano. São 862 mil veículos — dois para cada cinco habitantes. E 77% são carros, que, geralmente, transitam com apenas uma pessoa. Bastam uma leve batida, uma obra viária de pequenas proporções ou uma manifestação e o trânsito fica infernal. “É preciso buscar alternativas. Nenhuma cidade do mundo suporta todos os seus moradores nas ruas em carros particulares. Ninguém sairia do lugar”, disse o professor de engenharia de tráfego da Universidade de Brasília (UnB), Paulo César Marques. Diante do problema, qual é a melhor maneira de se locomover na cidade?

Marques defende investimentos no sistema de transporte público e em meios de locomoção alternativos, como a bicicleta. “O carro é a prioridade em Brasília. Vias, campanhas educativas e equipamentos de fiscalização são voltados para esse tipo de transporte”, comentou. O sociólogo Victor Pavarino, do Centro de Formação de Recursos Humanos em Transporte da UnB (Ceftru), ressaltou que até andar a pé é difícil nas cidades do DF. “A velocidade das vias é alta e os serviços públicos e privados, centralizados. Faltam até calçadas. Se a pessoa não tiver carro, ela não vai”, afirmou.

Duas rodas
Estacionar na área central de Brasília tornou-se tarefa árdua. Segundo estudo do Departamento do Trânsito (Detran), existem 81 mil vagas no Plano Piloto. Mas o número de veículos que circula diariamente na região é quatro vezes maior. “O uso do transporte público e de bicicletas eliminaria a necessidade de se ampliar a quantidade de vagas”, explicou Pavarino.

De acordo com Paulo César Marques, a bicicleta percorre distâncias de até 15km em menos tempo que os veículos motorizados dentro das cidades. “É uma distância que qualquer pessoa pode percorrer sem sobrecarga de esforço. A bicicleta tem a flexibilidade de cortar caminho enquanto o carro fica parado em uma série de obstáculos”, declarou o especialista. Porém, ele reconhece ser perigoso andar sobre duas rodas. Nos seis primeiros meses deste ano, 29 ciclistas morreram atropelados. “Faltam ciclofaixas, ciclovias e educação por parte dos motoristas que não respeitam a bicicleta”, afirmou. E quase não há prédios públicos ou particulares que ofereçam garagens, bicicletários e vestiários.

O diretor-geral do Detran, Antônio Bomfim, concorda que a situação do trânsito é grave por causa do grande número de veículos. “Também sou a favor de usar a bicicleta como meio de transporte. Mas é muito perigoso. O risco é grande. É preciso construir todo um sistema de ciclovias. E a geometria viária do DF facilita isso.” Para Bomfim, estimular a utilização da bicicleta depende da articulação de um grande projeto entre diversos órgãos de governo, como as secretarias de Planejamento Urbano, de Obras e o Detran. “Sou a favor. É uma opção para o futuro. Acho que o próximo governo deve se articular e trabalhar nisso. Hoje, é perigoso. E não adianta fazer nada sem melhorar o sistema de transporte coletivo”, declarou.

Os usuários do transporte público correm menos riscos de morrer do que os ciclistas, mas sofrem com a péssima qualidade do serviço: veículos velhos e sujos, atrasos, falta de opção e inexistência de um serviço integrado. O secretário de Transportes, Mauro Cateb, reconhece os problemas. Porém, garante que um grande projeto, desenvolvido nos últimos quatro anos, mudará o transporte público do DF. Serão investidos US$ 246 milhões (equivalentes a R$ 524 milhões), dinheiro financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Cateb garante que a implantação do projeto começa em fevereiro do ano que vem. “O acordo está nos ajustes finais”, afirmou. A frota de ônibus será renovada e integrada ao metrô e às vans. As principais vias ganharão corredores exclusivos para os veículos coletivos e tudo será informatizado. O usuário poderá pagar uma passagem e usar mais de um sistema. “Esse projeto não tem mais como não acontecer”, afirmou o secretário. Ele estima, porém, que a implantação total do projeto, chamado Brasília Integrada, demore quatro anos. (LB)




Editor: Samanta Sallum // samanta.sallum@correioweb.com.br
Subeditores: Ana Paixão, Roberto Fonseca, Valéria Velasco
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Blog EntryCorrida na metrópoleSep 4, '06 10:39 AM
by Sergio for everyone

 No início da noite de quinta, uma ONG do Rio de Janeiro promoveu uma corrida curiosa, com um objetivo nobre. Qual será o meio de transporte mais eficiente para enfrentar o trânsito na cidade: moto, ônibus, carro, metrô ou bicicleta?

Centro do Rio, 18h. Vai começar uma corrida diferente. Uma corrida de obstáculos: os engarrafamentos. O destino é o Leblon, bairro da zona sul do Rio – trajeto de 15 quilômetros.

Cláudio vai de carro. Está otimista. “Vai levar uns 40 minutos”, prevê.

Érica, vai de metrô.

Sobrou para Carol enfrentar o ônibus na hora do rush. Acha que deu sorte. “O ônibus está vazio, isso é bom”.

E João desliza na bicicleta. “Ultrapassando todo mundo”, ele repete.

O trajeto
Na avenida congestionada, Carlos pega um atalho. Mas não vai longe: é barrado pela carga e descarga fora de hora.

O congestionamento é implacável para quem está nele. “Acho que vai ser meio enroscado para chegar lá”, desanima-se Carol.

Érica segue de metrô. “O carro vai estar parado, como o ônibus.

Fácil adivinhar onde está o automóvel. Dezessete minutos depois da largada, Cláudio ainda estava no centro do Rio de Janeiro. “Não tem transporte melhor em cidade do que metrô”, admite.

Mas o metrô ainda não chega a todos os lugares. No fim da linha, Érica continua a corrida – de ônibus.

Com 30 minutos de prova, liderava quem ocupa menos espaço no trânsito: João, em sua bicicleta. “Tranqüilidade, vento no rosto...”.

O resultado
Na linha de chegada, nenhuma surpresa: um motoqueiro levou 40 minutos. Em seguida, chegou o ciclista, em 48,5 minutos.

Uma hora e dois minutos para Érica, que usou metrô e ônibus. Carlos, de carro, levou uma hora e 13 minutos.

Chegou por último quem andou só de ônibus: uma hora e 20 minutos no trânsito.

Os dados, agora, vão ser enviados para as autoridades de tráfego. É uma tentativa de incentivo ao uso da bicicleta como alternativa de transporte. “No começo cansa, mas com o tempo você vai melhorando o seu preparo físico, melhorando a sua saúde, e conseqüentemente, a saúde da cidade também”, acredita o presidente da ONG Transporte Ativo, Fernando José Lobo.

Fonte: Jornal da Globo

Blog EntryQuantas bicicletas na vaga de um carro?Feb 21, '06 6:40 AM
by Sergio for everyone


Uma interessante foto que mostra que as bicicletas ocupam muito menos espaço que um carro para estacionar!

Blog EntryOs maravilhosos HQND (Homens que não dirigem) Feb 1, '06 11:01 AM
by Sergio for everyone
Nada de quatro rodas

Os maravilhosos HQND (Homens que não dirigem)


Não adianta. Somos do contra e por isso sempre tivemos uma queda por homens que não sabem dirigir. Decidimos mostrar por que temos essa tara estranha. E listar alguns dos gajos bacanas que nunca ligaram um carro na vida...



 

Por que adoramos os homens que não dirigem

 

1. Porque eles não precisam provar que são machos acelerando um carro.

2. Porque eles não têm complexos sobre ter pinto pequeno [sim, acreditamos que ter um carrão e ser um homem sem filhos está ligado a algum tipo de complexo sexual].

3. Porque não tem nada mais charmoso do que homem andando de táxi, elegantemente, no banco da frente, conversando com o taxista sobre futebol.

4. Porque a única coisa mais elegante que isso é um homem andando de bicicleta [usando mochila e terno]. P.S. Não recomendamos, infelizmente, que eles façam isso em São Paulo, pois podem morrer atropelados.

5. Porque homens que não dirigem são menos óbvios.

6. Porque eles não se metem no modelo de carro que você decide comprar [“Nossa, não acredito que você vai comprar esse carro ridículo que não anda”].

7. Porque eles não conversam com outros homens sobre coisas chatas como: direção hidráulica, potência e cavalos de motor e o “quanto o carro bebe”.

8. Porque achamos que eles gastaram o tempo em que estariam aprendendo a dirigir fazendo coisas mais importantes, como ler em alemão ou aprender a tocar um instrumento.

9. Porque eles são obrigados a andar em carros dirigidos por mulheres. E nem podem falar que elas guiam mal.

10. Porque somos do contra. Achamos que carro não é coisa de homem e cozinha não é coisa de mulher.

 

Alguns homens maravilhosos que nunca dirigiram

 

1. Jean Paul Sartre [o intelectual mais charmoso de todos os tempos].

2. Nelson Rodrigues [ele inclusive escreveu que a maior alegria do mundo era andar de táxi. Ele se sentia muito bem dentro de um, mas se sentia um lixo andando de ônibus].

3. Arnaldo Lacombe, pai da Milly.

4. Os nossos colegas Fernando Luna, Bruno Torturra Nogueira, Décio Galina e Mario Mendes.

5. Xico Sá [jornalista e escritor que acha que “dirigir é coisa para imbecil”].

6. Woody Allen.

7. Paulo Francis.

8. Nasi, vocalista do Ira!.


Fonte: Revista TPM


Segunda, 22 de Agosto de 2005, 10h36 
Fonte: INVERTIA

A idéia de se cobrar pedágio para a utilização de automóveis nos grandes centros urbanos está perto de se tornar realidade no Brasil. O governo federal prepara uma legislação para permitir que os municípios cobrem taxas pela utilização diária do carro, além de outras medidas de restrição veicular.

O plano do Ministério das Cidades estabelece regras para a chamada política de mobilidade e recomenda às prefeituras a adoção de diversos instrumentos para controle do trânsito, incluindo o pedágio em grandes avenidas, segundo reportagem da Folha de S.Paulo.

As primeiras ações devem atingir motoristas em São Paulo e no Rio de Janeiro. A CET carioca elaborou no primeiro semestre estudos e simulações para avaliar impactos da cobrança em grandes vias, como a avenida Brasil. As tarifas, segundo o estudo, poderiam variar entre R$ 0,30 e R$ 3.

Em São Paulo, o atual presidente da CET paulista, Roverto Scaringella, defende enfaticamente a taxação pelo uso do automóvel. O prefeito José Serra (PSDB), embora tenha descartado a medida como solução para o trânsito em geral, analisa um projeto de ampliação das marginais Tietê e Pinheiros, com pistas geridas pela iniciativa privada e, portanto, pedagiadas.

A regulamentação federal prevendo esse tipo de cobrança já está quase pronta, segundo a rádio CBN, e deve ser submetida a audiências públicas e ao Congresso Nacional ainda em 2005.


Bicicleta na Via
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