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o projeto piloto da primeira Ciclovia Participativa, uma idéia dU Biker para criar ciclovias em periferias abandonadas UB_New.mov (11.5 MB)
sobre duas rodasParis assume sua paixão pelas bicicletas Publicada em 16/10/2007 às 19h34m Cilene Guedes, do Globo OnlinePARIS - Paris, essa senhora de mais de dois mil anos de idade, está, enfim, aprendendo a andar de bicicleta. E sem rodinhas de apoio. A capital francesa está assumindo, na rua, seu amor antes não muito mais que platônico pelo "veló". Num país onde o ciclismo é popular como futebol, já não era sem tempo. Mas, agora, em vez de apenas admirar pelotões de ciclistas atléticos durante o Tour de France, Paris está, ela mesma, saindo para pedalar. O mérito de começar a tirar essa velha senhora do sedentarismo - na capital francesa, 50% dos trajetos feitos de carro têm menos de dois quilômetros - é de um projeto da prefeitura que, até dezembro, terá colocado nas ruas 20 mil bicicletas de aluguel, retiradas e deixadas em 1.451 pontos da cidade (um a cada 300 metros), num esquema self-service. E tanto faz onde você tenha retirado a bicicleta. O importante é deixá-la, em alguma estação, no prazo adquirido. O passe de um dia sai a 1 euro - e isso pode ser tudo o que o condutor pague durante a jornada, contanto que seus trajetos não ultrapassem meia hora. Saiba mais aqui sobre aluguel e tarifas . O programa Velib', lançado em 15 de julho, é um sucesso tal que, segundo uma recente reportagem do jornal "Lê Figaro", em dois meses já havia se consolidado como um novo meio de transporte para os parisienses. Outras cidades européias e até dos EUA também estão adotando a prática . Quem circula por Paris cidade também não pode negar. As bicicletas cinza, de guidão robusto e cestão na frente, estão em todo lugar, pilotadas por gente que, pelo figurino, tanto pode estar apenas passeando ao longo do Rio Sena, como indo trabalhar no mais sisudo dos escritórios. conheça regras e dicas do Velib ) E apesar da cor escolhida para a bikes, a meta principal do programa é deixar Paris menos cinzenta - reduzindo a poluição - enquanto seus cidadãos tornam-se fisicamente mais ativos. É isso aí: a magreza invejável das parisienses vai ficar ainda mais invejável, a beleza vertiginosa cidade histórica ainda mais preservada e a brisa do Sena mais agradável e limpa. Ah, Paris...
da Folha OnlineMetrô é liberado para bicicletas aos finais de semana
Medida, que também vale para trens, determina que ciclistas viajem nos últimos vagões e não utilizem escadas rolantes
Também fica proibido que os usuários montem nas bicicletas nos locais; secretário defende abertura durante o resto da semana
DA REPORTAGEM LOCAL
Os ciclistas profissionais e
amadores podem, a partir de
amanhã, entrar com bicicletas
nos trens do metrô e da CPTM
-aos sábados, das 15h às 20h, e
aos domingos e feriados, das 7h
às 20h. A iniciativa facilita o
acesso dos esportistas a parques e ciclovias, mas ainda não
incentiva o uso diário da bicicleta como meio de transporte
durante a semana.
De acordo com as normas para sua circulação, os ciclistas
deverão entrar somente no último vagão e não podem usar as
escadas rolantes e elevadores.
Além disso, não podem montar
nas bicicletas enquanto estiverem nas estações.
Menores de 12 anos devem
estar acompanhados por um
dos pais ou responsável, que se
encarregará de levar a bicicleta.
Os usuários sem bicicletas
continuam com prioridade no
transporte e devem entrar primeiro nos vagões.
O anúncio foi feito na madrugada de sábado de Carnaval, em pleno
sambódromo, pelo governador José Serra (PSDB). "Eu sou particularmente
favorável ao uso de bicicletas. Bicicleta polui menos e leva as pessoas
mais rapidamente. Permitir a bicicleta no metrô significa levar a
bicicleta para outro lugar e andar nesse outro lugar ou voltar para
casa", disse.
Segundo Serra, a idéia foi da
vereadora Sônia Francine, a
Soninha (PT). A permissão é
baseada em experiências adotadas nos metrôs de cidades como Nova York, Berlim, Madri e
Rio de Janeiro.
Segundo o secretário Eduardo Jorge (Verde e Meio Ambiente), a iniciativa é importante. Ele espera que em breve
aconteça a liberação das bicicletas durante a semana.
"Pedimos há dois anos que isso fosse implementado. Em todas as cidades do mundo que
tentaram, deu certo." Ele diz
que as estações precisam, ainda, instalar bicicletários.
da Wired Magazine
A P2P Network for Bikes
By Daithí Ó hAnluain | Also by this reporter
02:00 AM Aug. 22, 2005 PT
Thousands of commuters in Lyon, France, are using pedal power instead
of gas, under an ambitious new program that lets people rent bikes from
public racks at low cost.
It's kind of like peer to peer for public transport.
The rent-a-bike scheme, called Vélo'v Grand Lyon, is open to anyone
armed with a credit card. It costs 1 euro ($1.20) an hour, but there is
no charge for the first 30 minutes. Since 90 percent of trips take less
than half an hour, most subscribers pay nothing.
In just three months, the program has signed up 15,000 subscribers who
take 4,000 trips a day and travel over 24,800 miles a week on 2,000
public bikes at 150 bike stations.
"It's a very novel and interesting scheme," said Brian Ó Gallachóir,
senior researcher at the Sustainable Energy Research Group in
University College Cork, Ireland. "Certainly, bikes are one of the most
efficient forms of public transport. Once built, they cause zero
emissions."
Lyon isn't the first city to try a public rent-a-bike or borrow-a-bike
plan, but its program is showing more legs than most. Earlier efforts
failed because they ran out of money, like the Yellow Bike project in
Portland, Oregon. Or the bikes were simply stolen, as happened with
Amsterdam's White Bikes.
Theft is not a problem for Vélo'v. Users must submit their credit-card
information to become a subscriber. They also pay a 150 euro ($180)
deposit, either by check or credit card pre-authorization. If a
subscriber keeps the bike for more than 24 hours, the deposit is cashed.
Technology helps, too, and Lyon's distinctive silver and red bicycles
are packed with it. Attempts to steal bikes from a rack set off an
alarm, while a built-in lock secures bikes during rentals.
Motion sensors turn on a red taillight when the bike comes to a stop. A
microchip exchanges information with electronic bike racks, identifying
the bike, the subscriber and when it was rented and returned. Bikes
even have sensors that check the brakes, lights, tire pressure and
gears every time they are parked. If there's a problem, the station
won't rent the bike.
A control center keeps track of the data, sending out mechanics or a
shuttle to move bikes from one station to another as needed. The bikes
are available 24 hours a day, seven days a week, though currently
weekday rush hours see the greatest demand, indicating that people are
using the service to commute. On weekends, there's a 2 a.m. rush.
"Startup and development costs were high," said Nathalie Delebarre, a
spokeswoman for JCDecaux, the company behind the program. "But they
will be amortized over time, and as the service spreads to other
cities, we can expect some economies of scale."
The service costs 1,000 euros ($1,200) per bike each year, or 2 million
euros ($2.4 million) total, rising to 4 million euros ($4.9 million) by
2007 when 4,000 bikes will be installed. Decaux absorbs the entire cost
for setting up and running the service, and returns any rental fees the
service collects to Grand Lyon as part of its contract to use
advertising space on Lyon's public bus shelters. Decaux's bus shelter
contract is for 13 years, so in the midterm the system is secure.
Other cities are interested in adopting the scheme. Montpellier,
Marseille, Geneva, Barcelona and even Amsterdam, the cycling capital of
Europe, all sent delegations to examine it.
"This sounds like a promising project, and it will be interesting to
see if it can be sustained," said John Andersen, editor of
BicyclingLife.com.
   
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